Confiança
É facil demais tentar mudar as coisas por si só, tentar entender as coisas somente por razão e lógica. E apesar da falta de vontade de entender muitas outras coisas, sempre valorizamos a compreensão daquilo que nos favorece. Quando percebemos coisas que não são de acordo com aquilo que desejamos, logo achamos outra razão que justifica toda falta de sensatez.
Por exemplo, quando um padre se encontra com a podridão do homem que corrói a sua igreja, ou melhor dizendo, a sua paróquia, ele tem duas opções: ou ele confia em Deus, razão de sua fé e vida e luta com firmeza a podridão, trazendo luz; ou ele decide que não quer ser parte daquela discrepância. Obviamente, muitos escolheriam em sua fraqueza no caso, fugir com desculpas ou cair em tentação.
Ou então quando um homem se depara com as injustiças da vida e percebe a necessidade de se lutar contra, e percebe a seriedade de toda e qualquer discussão que leva ao esclarecimento e a formação de um carater mais humano. E ao mesmo tempo se depara paralelamente à sua falta de liberdade e sua falta de coragem de lutar pela vida, pelo outro, sua profunda vontade de satisfazer-se como homem, que vem à frente de suas ações. O que possivelmente mudaria o modo que um homem vê as coisas? Seus constantes esclarecimentos? Suas discussões, suas palavras?
Existe sim uma diferença entre dizer e fazer. Existe sim a diferença entre uma filosofia e uma prática, uma diferença mais do que óbvia, que chega a ser estúpida.
Chego a pensar: de que me adianta pensar em todas essas coisas, se logo me imponho limites? Se logo corto toda a minha força de lutar por liberdade? O que fará a diferença na vida de alguem que passa fome, que passa por desespero, que se deprime em um buraco? Que diferença fará na vida de uma pessoa, ir a missa todos os dias se ela nao compreende a importancia da prática, se ela não pratica?
Logo eu percebi que, na verdade, o que vivifica a pratica não são meus constantes pensamentos, mas a minha constante relação com Deus.
Estamos realmente na era em que Deus morreu. Morreu no coração dos homens. Não se escuta, não se entende, não se busca Deus. A pessoa de Deus em si está esquecida. E embora esquecido, continua presente em cada único segundo de cada única vida. Se isso não for prova de amor, eu absolutamente não sei o que é amor.
Ele nos fala, nos cerca, nos protege, nos ajuda, nos promete e cumpre, quando damos ouvido. E mesmo quando, as vezes, damos ouvido e as coisas simplesmente acontecem, chamamos isto de coincidencia. Enfim, dizem que fé não se discute.
Mas quem se julga pessoa de fé e ainda se preocupa com coisas fúteis, pode entender. Só se confia naqueles que se conhece. Como confiar em Deus, sem O conhecer?
Este é meu questionamento atual.
Abraço.
Por exemplo, quando um padre se encontra com a podridão do homem que corrói a sua igreja, ou melhor dizendo, a sua paróquia, ele tem duas opções: ou ele confia em Deus, razão de sua fé e vida e luta com firmeza a podridão, trazendo luz; ou ele decide que não quer ser parte daquela discrepância. Obviamente, muitos escolheriam em sua fraqueza no caso, fugir com desculpas ou cair em tentação.
Ou então quando um homem se depara com as injustiças da vida e percebe a necessidade de se lutar contra, e percebe a seriedade de toda e qualquer discussão que leva ao esclarecimento e a formação de um carater mais humano. E ao mesmo tempo se depara paralelamente à sua falta de liberdade e sua falta de coragem de lutar pela vida, pelo outro, sua profunda vontade de satisfazer-se como homem, que vem à frente de suas ações. O que possivelmente mudaria o modo que um homem vê as coisas? Seus constantes esclarecimentos? Suas discussões, suas palavras?
Existe sim uma diferença entre dizer e fazer. Existe sim a diferença entre uma filosofia e uma prática, uma diferença mais do que óbvia, que chega a ser estúpida.
Chego a pensar: de que me adianta pensar em todas essas coisas, se logo me imponho limites? Se logo corto toda a minha força de lutar por liberdade? O que fará a diferença na vida de alguem que passa fome, que passa por desespero, que se deprime em um buraco? Que diferença fará na vida de uma pessoa, ir a missa todos os dias se ela nao compreende a importancia da prática, se ela não pratica?
Logo eu percebi que, na verdade, o que vivifica a pratica não são meus constantes pensamentos, mas a minha constante relação com Deus.
Estamos realmente na era em que Deus morreu. Morreu no coração dos homens. Não se escuta, não se entende, não se busca Deus. A pessoa de Deus em si está esquecida. E embora esquecido, continua presente em cada único segundo de cada única vida. Se isso não for prova de amor, eu absolutamente não sei o que é amor.
Ele nos fala, nos cerca, nos protege, nos ajuda, nos promete e cumpre, quando damos ouvido. E mesmo quando, as vezes, damos ouvido e as coisas simplesmente acontecem, chamamos isto de coincidencia. Enfim, dizem que fé não se discute.
Mas quem se julga pessoa de fé e ainda se preocupa com coisas fúteis, pode entender. Só se confia naqueles que se conhece. Como confiar em Deus, sem O conhecer?
Este é meu questionamento atual.
Abraço.
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